Hoje a arte e a luta de Juliana Strassacapa é destaque no quadro “As Minas na Música”, confira aqui.

Vocal e percussionista na Francisco El Hombre, Juliana Strassacapa é dona daquele vozeirão que ouvimos nas músicas da banda, voz inconfundível, que depois de ouvir a primeira vez é impossível de esquecer.

Com músicas que falam sobre o momento político e social que vivemos no Brasil, como a violência doméstica em “Calor da Rua” e a desconstrução da ideia machista sobre o “lugar” da mulher em “Triste, Louca ou Má” – com a participação das cantoras Larissa Baq (LaBaq), Salma Jô (Carne Doce), Helena Maria, Renata Éssis (Os Caramelows).

Em uma banda com quatro homens e apenas uma mulher, ter músicas desse cunho serve de exemplo e inspiração pra muitos caras por aí, sendo artistas ou não.

Além da Francisco El Hombre, ela é vocalista também nas bandas Lisabi e Mataram Meu Mestre, tatuadora e faz parte do Projeto Coletivo Cê – coletivo de artistas de diversas áreas que trabalham na produção e pesquisa em artes cênicas dentro de uma organização colaborativa.

Juliana, também participa do Girls Rock Camp Brasil (isso mesmo, o projeto que a Larissa Conforto participa), como instrutora de voz.

Pacóvios: Cultura independe de tudo.