Aos 14 anos de idade, Lucas Güido, já compunha e se apresentava em casas noturnas da cidade de Assis, no interior de São Paulo. Gustavo e Guilherme são amigos a muito tempo e desde os dez anos já tocavam na igreja. Completam o time Francisco Bueno e Paulo Cavalcante.

Em 2011 esse encontro de almas lançou o primeiro disco, intitulado como “Triste Cru”, duas palavras que definem o álbum gravado da forma mais sincera possível. O segundo trabalho, “Coragem!”, saiu em 2014 é bem diferente de seu antecessor, desde as composições até o instrumental. Neste último trabalho a banda propunha uma busca pela paz e superação, que em “Triste Cru” parecia algo inalcançável.

A Güido, recentemente, surpreendeu a todos os fãs e amigos que os seguem nas redes sociais, a banda disponibilizou um videoclipe inédito, “Lavínia” é o nome da canção que serve como trilha sonora para o vídeo com mais de 10 minutos.

Conversamos com os caras da Güido sobre esse lançamento e um pouco mais, confere aqui:

Güido - Lavínia

Pacóvios – O clipe de “Lavínia” é o primeiro lançamento de vocês após o disco “Coragem” (2014), como foi o processo para escolha dessa canção?

Güido: Não foi um processo de escolha. Foi a primeira música a ser composta e gravada depois do “Coragem!”. É o percurso natural que estamos buscando e percorrendo. Compondo, gravando e expondo.

Pacóvios – “Lavínia” saiu acompanhando um belíssimo videoclipe, que dura cerca de 10 minutos, de onde vieram as inspirações para o trabalho?

Güido: O clipe, assim como a música foram inspirados tanto no livro “Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios”, de Marçal Aquino, como no filme homônimo do Beto Brant, misturado com uma experiência amorosa pessoal.

Pacóvios – A sonoridade e a letra de “Lavínia” parece uma mistura do que rolou em “Triste Cru” e “Coragem”, o que podemos esperar do próximo disco da Güido?

Güido: Nem nós estamos esperando um próximo disco, então não teria como antecipar nada. Nós estamos bem tranquilos vivendo em Assis; cada um com seus afazeres, no tempo que temos vontade, trabalhamos a música, e quando sobra uma graninha a gente vai e grava. Mas a sonoridade de “Lavínia” tem mesmo essa conjugação das sonoridades do disco. Acredito que a gente parta dessa síntese nas próximas, aprontando prum novo rumo.

Nós finalizamos uma música nova, mas assim como “Lavínia” ela deve sair sozinha.

Pacóvios – Pra finalizar, um amigo ficou muito entusiasmado quando disse que vocês toparam uma entrevista comigo, e ele me fez perguntar: Há uma história real por trás da canção “Rebordosa”?

Güido: Sim, há. Praticamente todas as letras das músicas tem essa história real por trás que as fundamentam. “Rebordosa” não é diferente. Se quiser saber como foi a história leve a letra ao pé da letra, na literalidade. Foi aquilo mesmo.

Assista ao videoclipe da canção “Lavínia” – Güido: